Há alguns dias foi publicada no diário El Mundo uma reportagem que refletia, através das opiniões de vários especialistas, sobre a conciliação nas empresas espanholas. Uma boa parte dos empresários do nosso país não vê com bons olhos propostas como a flexibilidade dos horários dos trabalhadores, o incentivo ao teletrabalho ou o aumento das licenças de maternidade, por as considerarem uma despesa muito elevada, impossível de assumir em tempos de crise.
No entanto, vários estudos demonstram que, ao contrário do que se possa pensar, a conciliação da vida profissional com a pessoal e familiar promove um maior compromisso dos trabalhadores com a sua empresa, contribuindo assim para a retenção de talento. Esta opinião é partilhada por Roberto Martínez, Diretor da Fundación Másfamilia, que afirma que a conciliação “é um investimento no trabalhador, no capital humano e, consequentemente, no melhor funcionamento da empresa”.
Para que a conciliação seja possível, é necessário trabalhar por objetivos e pôr de lado a cultura empresarial do “presentismo”, tão enraizada em Espanha. De facto, Roberto Martínez alude a estudos sobre recursos humanos que explicam que, a partir das 7 horas diárias, não há produtividade no trabalho.
A conciliação deve ser entendida como um investimento e não como um custo e, embora seja complicado quantificar em termos económicos o retorno desse investimento, o que é certo é que um trabalhador satisfeito com a sua empresa será sempre mais produtivo.
Pouco a pouco, o tecido empresarial espanhol está a consciencializar-se da importância de contar com uma equipa feliz. De facto, são cada vez mais as empresas que possuem o certificado EFR de empresas familiarmente responsáveis, sendo a Alares® uma delas.
É viável conciliar?
Há alguns dias foi publicada no diário El Mundo uma reportagem que refletia, através das opiniões de vários especialistas, sobre a conciliação nas empresas espanholas. Uma boa parte dos empresários do nosso país não vê com bons olhos propostas como a flexibilidade dos horários dos trabalhadores, o incentivo ao teletrabalho ou o aumento das licenças de maternidade, por as considerarem uma despesa muito elevada, impossível de assumir em tempos de crise.
No entanto, vários estudos demonstram que, ao contrário do que se possa pensar, a conciliação da vida profissional com a pessoal e familiar promove um maior compromisso dos trabalhadores com a sua empresa, contribuindo assim para a retenção de talento. Esta opinião é partilhada por Roberto Martínez, Diretor da Fundación Másfamilia, que afirma que a conciliação “é um investimento no trabalhador, no capital humano e, consequentemente, no melhor funcionamento da empresa”.
Para que a conciliação seja possível, é necessário trabalhar por objetivos e pôr de lado a cultura empresarial do “presentismo”, tão enraizada em Espanha. De facto, Roberto Martínez alude a estudos sobre recursos humanos que explicam que, a partir das 7 horas diárias, não há produtividade no trabalho.
A conciliação deve ser entendida como um investimento e não como um custo e, embora seja complicado quantificar em termos económicos o retorno desse investimento, o que é certo é que um trabalhador satisfeito com a sua empresa será sempre mais produtivo.
Pouco a pouco, o tecido empresarial espanhol está a consciencializar-se da importância de contar com uma equipa feliz. De facto, são cada vez mais as empresas que possuem o certificado EFR de empresas familiarmente responsáveis, sendo a Alares® uma delas.


