Hoje em dia, ter uma empresa competitiva e não nos preocuparmos com as pessoas que nela trabalham, ou com o facto de o ambiente em que operamos ter uma melhor qualidade de vida, é condená-la ao fracasso. Isto não tornará nenhuma empresa competitiva.
Na realidade, quando a qualidade de vida da sociedade é melhor, o consumo é maior e, por conseguinte, as nossas empresas terão melhores resultados. Para que os colaboradores se envolvam, para que a nossa empresa se diferencie das restantes e, consequentemente, seja mais competitiva, é vital apostar nessa qualidade de vida.
A competitividade é um conceito muito amplo, no qual entra em jogo o posicionamento no mercado e, para isso, para que o mercado nos reconheça como os melhores, temos de fazer tudo melhor do que os outros. É neste sentido que entra em jogo o talento humano, a peça fundamental que distingue umas empresas das outras.
Também entra em jogo, nesta luta para sermos líderes e competitivos, a inovação promovida pelas empresas para se manterem na vanguarda. Um fator muito importante são as equipas humanas, equipas diversificadas que refletem a realidade social. Equipas constituídas por pessoas com deficiência, pessoas mais velhas, jovens, de diferentes culturas e de diferentes contextos… capazes de compreender o mundo em que se movimentam, sobretudo quando as empresas querem competir e internacionalizar-se.
Tudo isto está diretamente ligado à conciliação. É muito difícil dispor do melhor talento nas nossas organizações se não formos capazes de conhecer as necessidades das pessoas que trabalham connosco e de lhes dar resposta.
Outro tema cada vez mais importante para posicionar a imagem de qualquer empresa na mente do consumidor é a Responsabilidade Social. O que temos de fazer, a nível organizacional, é perceber como associar o nosso negócio às necessidades sociais do contexto envolvente e como, enquanto empresa, podemos fazer algo mais para melhorar esse contexto social em que nos movimentamos. Quando as empresas contribuem para isso, criam uma marca e posicionam-se na mente do consumidor final.
Sobre competitividade, produtividade, conciliação, retenção de talento e outras questões relacionadas, falou Javier Benavente numa entrevista para o programa Capital, da Rádio Intereconomia.
Pode ouvir aqui a entrevista completa de Javier Benavente .
A qualidade de vida das pessoas e a competitividade empresarial andam de mãos dadas.
Hoje em dia, ter uma empresa competitiva e não nos preocuparmos com as pessoas que nela trabalham, ou com o facto de o ambiente em que operamos ter uma melhor qualidade de vida, é condená-la ao fracasso. Isto não tornará nenhuma empresa competitiva.
Na realidade, quando a qualidade de vida da sociedade é melhor, o consumo é maior e, por conseguinte, as nossas empresas terão melhores resultados. Para que os colaboradores se envolvam, para que a nossa empresa se diferencie das restantes e, consequentemente, seja mais competitiva, é vital apostar nessa qualidade de vida.
A competitividade é um conceito muito amplo, no qual entra em jogo o posicionamento no mercado e, para isso, para que o mercado nos reconheça como os melhores, temos de fazer tudo melhor do que os outros. É neste sentido que entra em jogo o talento humano, a peça fundamental que distingue umas empresas das outras.
Também entra em jogo, nesta luta para sermos líderes e competitivos, a inovação promovida pelas empresas para se manterem na vanguarda. Um fator muito importante são as equipas humanas, equipas diversificadas que refletem a realidade social. Equipas constituídas por pessoas com deficiência, pessoas mais velhas, jovens, de diferentes culturas e de diferentes contextos… capazes de compreender o mundo em que se movimentam, sobretudo quando as empresas querem competir e internacionalizar-se.
Tudo isto está diretamente ligado à conciliação. É muito difícil dispor do melhor talento nas nossas organizações se não formos capazes de conhecer as necessidades das pessoas que trabalham connosco e de lhes dar resposta.
Outro tema cada vez mais importante para posicionar a imagem de qualquer empresa na mente do consumidor é a Responsabilidade Social. O que temos de fazer, a nível organizacional, é perceber como associar o nosso negócio às necessidades sociais do contexto envolvente e como, enquanto empresa, podemos fazer algo mais para melhorar esse contexto social em que nos movimentamos. Quando as empresas contribuem para isso, criam uma marca e posicionam-se na mente do consumidor final.
Sobre competitividade, produtividade, conciliação, retenção de talento e outras questões relacionadas, falou Javier Benavente numa entrevista para o programa Capital, da Rádio Intereconomia.
Pode ouvir aqui a entrevista completa de Javier Benavente .


