Ligar a empresa ao cliente. Com as redes sociais, conhecemos vocábulos que, há alguns anos, nunca teríamos imaginado utilizar. Essa necessidade de ligar a empresa ao cliente em tempo real tornou-se parte do dia a dia de qualquer organização. Há 5 anos, nunca o teríamos imaginado e, hoje, é praticamente indispensável.
Isto está diretamente ligado à necessidade de saber, para além do que o cliente quer, se aquilo que lhe estamos a oferecer “agrada” ou não “agrada”.
Quanto pagaria uma empresa para saber do que um cliente gosta ou não gosta? Seria a fórmula perfeita para o sucesso empresarial. Os “não gosto” dariam-nos uma ideia para procurar uma solução rápida. No entanto, por que esperar por um “não gosto” quando temos as chaves para saber do que ele gosta?
Em termos gerais, há uma série de coisas de que qualquer cliente, independentemente da sua personalidade, vai gostar. Que o oiçam, que valorizem o seu tempo, que lhe digam a verdade, que se antecipem às suas necessidades, que saibam do que precisa e lho deem, que o tratem como alguém importante e tenham em conta que continua a ser cliente depois de já ter comprado o nosso produto ou serviço, que não nos esqueçamos dele…
Mas do que é que um cliente gosta mais? Que cuidem dele. Quem disser o contrário, mente. Em qualquer relação, empresarial, sentimental, comercial… todos gostamos de sentir que cuidam de nós. É algo inato ao ser humano. Parece óbvio, mas não deve ser assim tanto quando ainda há muitas empresas que não pararam para pensar que algo tão “óbvio como isso” é a chave para o seu sucesso empresarial.
Bem, já sabemos do que qualquer cliente gosta. Se dissermos gratuito, imediato, familiar…, também são palavras que ativam imediatamente uma ligação no cérebro e despertam emoções, fazendo com que, perante a compra de um determinado bem, produto ou serviço, estejamos mais predispostos a ouvir.
É necessário tentar ligar a empresa ao cliente, procurando sempre a possibilidade de introduzir um “gosto” em cada produto, uma forma fácil de saber se este tem sucesso ou não.
Mas, por que não incluir também um “não gosto”? Em muitas ocasiões, isto poderia ajudar a perceber rapidamente que um produto desilude e a procurar uma forma de o resolver. Nesta guerra de preços, marcas e produtos, apenas permanecerão aqueles que conseguirem um maior número de “gostos”.
Por isso, se temos a chave, por que não começar a fazê-lo?
Já há muito caminho percorrido, mas ainda falta percorrer. O novo desafio das empresas é eliminar esses possíveis “não gosto” antes de poderem ocorrer.
Nós damos-lhe a solução:
Cuide dos seus clientes: Lembre-se: quem tem um cliente tem um tesouro. Cuide dele, conheça as suas necessidades, satisfaça-as e zele pelo mais importante: a sua felicidade e a dos seus.
Inove: Ofereça algo que os outros não façam. Se conseguir que o seu produto ou serviço satisfaça as necessidades das pessoas de forma inovadora e, além disso, elas encontrem tudo consigo, não quererão procurar mais nada.
Seja responsável: O conceito de Responsabilidade Social Corporativa é fundamental em qualquer organização. Há alguns anos, era algo de que toda a gente ouvia falar, mas que muito poucos aplicavam. Agora, a situação inverteu-se. Cada vez mais organizações percebem que é mais rentável investir em Responsabilidade Social do que não o fazer.
Esteja sempre disponível: Se for capaz de dar uma resposta imediata a um cliente, ele não procurará outra empresa.
Faça com que o cliente volte: O serviço pós-venda é quase mais importante do que a venda do próprio produto. O cliente é constantemente bombardeado pela concorrência. O ciclo de venda termina quando o seu cliente, depois de comprar, volta a fazê-lo.
Alares trabalha há mais de 15 anos para dar uma resposta imediata às necessidades reais dos seus clientes e das suas famílias, zelando pelo seu bem-estar e felicidade 365 dias por ano, 24 horas por dia. Todas as compras podem ser feitas através do Centro Especial de Emprego e, ao poder utilizar a compra como Medida Alternativa, reforça a sua Responsabilidade Social, aumentando a sua percentagem de cumprimento da Lei da Deficiência e criando emprego para pessoas com deficiência, uma vez que é a Alares que cria esses postos de trabalho na sua equipa e posteriormente os integra nas empresas em geral, já formados.
Mais de 4 milhões e meio de clientes utilizam os nossos serviços. Mais de 4 milhões e meio de “gostos” que nos dizem que estamos a fazer as coisas bem.
4 milhões e meio de agradecimentos.
Obrigado.
Ligar empresa e cliente. «Gosto» ou «Não gosto»
Ligar a empresa ao cliente. Com as redes sociais, conhecemos vocábulos que, há alguns anos, nunca teríamos imaginado utilizar. Essa necessidade de ligar a empresa ao cliente em tempo real tornou-se parte do dia a dia de qualquer organização. Há 5 anos, nunca o teríamos imaginado e, hoje, é praticamente indispensável.
Isto está diretamente ligado à necessidade de saber, para além do que o cliente quer, se aquilo que lhe estamos a oferecer “agrada” ou não “agrada”.
Quanto pagaria uma empresa para saber do que um cliente gosta ou não gosta? Seria a fórmula perfeita para o sucesso empresarial. Os “não gosto” dariam-nos uma ideia para procurar uma solução rápida. No entanto, por que esperar por um “não gosto” quando temos as chaves para saber do que ele gosta?
Em termos gerais, há uma série de coisas de que qualquer cliente, independentemente da sua personalidade, vai gostar. Que o oiçam, que valorizem o seu tempo, que lhe digam a verdade, que se antecipem às suas necessidades, que saibam do que precisa e lho deem, que o tratem como alguém importante e tenham em conta que continua a ser cliente depois de já ter comprado o nosso produto ou serviço, que não nos esqueçamos dele…
Mas do que é que um cliente gosta mais? Que cuidem dele. Quem disser o contrário, mente. Em qualquer relação, empresarial, sentimental, comercial… todos gostamos de sentir que cuidam de nós. É algo inato ao ser humano. Parece óbvio, mas não deve ser assim tanto quando ainda há muitas empresas que não pararam para pensar que algo tão “óbvio como isso” é a chave para o seu sucesso empresarial.
Bem, já sabemos do que qualquer cliente gosta. Se dissermos gratuito, imediato, familiar…, também são palavras que ativam imediatamente uma ligação no cérebro e despertam emoções, fazendo com que, perante a compra de um determinado bem, produto ou serviço, estejamos mais predispostos a ouvir.
É necessário tentar ligar a empresa ao cliente, procurando sempre a possibilidade de introduzir um “gosto” em cada produto, uma forma fácil de saber se este tem sucesso ou não.
Mas, por que não incluir também um “não gosto”? Em muitas ocasiões, isto poderia ajudar a perceber rapidamente que um produto desilude e a procurar uma forma de o resolver. Nesta guerra de preços, marcas e produtos, apenas permanecerão aqueles que conseguirem um maior número de “gostos”.
Por isso, se temos a chave, por que não começar a fazê-lo?
Já há muito caminho percorrido, mas ainda falta percorrer. O novo desafio das empresas é eliminar esses possíveis “não gosto” antes de poderem ocorrer.
Nós damos-lhe a solução:
Cuide dos seus clientes: Lembre-se: quem tem um cliente tem um tesouro. Cuide dele, conheça as suas necessidades, satisfaça-as e zele pelo mais importante: a sua felicidade e a dos seus.
Inove: Ofereça algo que os outros não façam. Se conseguir que o seu produto ou serviço satisfaça as necessidades das pessoas de forma inovadora e, além disso, elas encontrem tudo consigo, não quererão procurar mais nada.
Seja responsável: O conceito de Responsabilidade Social Corporativa é fundamental em qualquer organização. Há alguns anos, era algo de que toda a gente ouvia falar, mas que muito poucos aplicavam. Agora, a situação inverteu-se. Cada vez mais organizações percebem que é mais rentável investir em Responsabilidade Social do que não o fazer.
Esteja sempre disponível: Se for capaz de dar uma resposta imediata a um cliente, ele não procurará outra empresa.
Faça com que o cliente volte: O serviço pós-venda é quase mais importante do que a venda do próprio produto. O cliente é constantemente bombardeado pela concorrência. O ciclo de venda termina quando o seu cliente, depois de comprar, volta a fazê-lo.
Alares trabalha há mais de 15 anos para dar uma resposta imediata às necessidades reais dos seus clientes e das suas famílias, zelando pelo seu bem-estar e felicidade 365 dias por ano, 24 horas por dia. Todas as compras podem ser feitas através do Centro Especial de Emprego e, ao poder utilizar a compra como Medida Alternativa, reforça a sua Responsabilidade Social, aumentando a sua percentagem de cumprimento da Lei da Deficiência e criando emprego para pessoas com deficiência, uma vez que é a Alares que cria esses postos de trabalho na sua equipa e posteriormente os integra nas empresas em geral, já formados.
Mais de 4 milhões e meio de clientes utilizam os nossos serviços. Mais de 4 milhões e meio de “gostos” que nos dizem que estamos a fazer as coisas bem.
4 milhões e meio de agradecimentos.
Obrigado.


