A regulamentação destes serviços poderia gerar até um milhão de empregos
Com a chegada das férias de Natal, o problema da conciliação entre a vida profissional e familiar agrava-se. Assim o garante a equipa de Serviços à Pessoa da Alares, empresa de assistência pessoal ao domicílio que oferece os seus serviços a empresas e instituições socialmente responsáveis, que reconhece esta época como um período de aumento da procura, um aumento que chega aos 30%, o que representa uma duplicação da procura nestas semanas.
Oportunidade de trabalho
Além disso, este fenómeno, associado ao elevado desemprego atual, faz com que se transforme numa verdadeira oportunidade para obter um emprego. De facto, a Associação Espanhola de Serviços à Pessoa (Aesp) defende uma mudança na situação laboral dos trabalhadores que se dedicam aos cuidados de crianças, idosos ou pessoas dependentes, que, na sua maioria, trabalham na economia informal.
Javier Benavente, presidente da Aesp e do Grupo Alares, considera que "seria muito positivo que as autoridades prestassem mais atenção ao enorme volume de economia informal existente em torno dos serviços à pessoa. Disto dependeria a possibilidade de criar emprego não deslocalizável e aumentar a qualidade de vida das pessoas". Prova disso é o resultado do estudo realizado pela associação em 2010, no qual afirmam que, caso se trabalhasse na regulamentação do setor dos serviços à pessoa, poderiam ser criados até um milhão de empregos neste âmbito.


