É o que demonstram os dados de um inquérito que revela também que 70% dos homens consideram que tanto a licença de maternidade como a de paternidade deveriam ser obrigatórias.
Atualmente, a licença de paternidade varia entre 13 e 15 dias, face às 16 semanas da licença de maternidade. Além disso, este estudo revela que 91% dos homens estariam dispostos a usufruir da licença de paternidade quando chegasse o momento.
74% dos homens afirmam querer usufruir da licença de paternidade para partilhar com a companheira os primeiros momentos de vida dos filhos, e 23% porque desejam exercer os seus direitos enquanto pais. Apenas 9% dos homens não estariam dispostos a usufruir da licença de paternidade porque, segundo afirmam, são indispensáveis no seu posto de trabalho.
Por outro lado, este relatório revela também que, de forma generalizada, os homens estão dispostos a assumir os cuidados dos filhos, levá-los ao pediatra ou responder a outro tipo de emergências no âmbito familiar, desde que a responsabilidade seja partilhada.
Dos inquiridos, 65% afirmam que as suas empresas implementaram políticas de flexibilidade. Enquanto 89% dos homens com filhos conhecem estas medidas, 72% dos que não têm filhos não sabem quais são.
70% dos homens acredita que as licenças de maternidade e paternidade devem ter a mesma duração.
É o que demonstram os dados de um inquérito que revela também que 70% dos homens consideram que tanto a licença de maternidade como a de paternidade deveriam ser obrigatórias.
Atualmente, a licença de paternidade varia entre 13 e 15 dias, face às 16 semanas da licença de maternidade. Além disso, este estudo revela que 91% dos homens estariam dispostos a usufruir da licença de paternidade quando chegasse o momento.
74% dos homens afirmam querer usufruir da licença de paternidade para partilhar com a companheira os primeiros momentos de vida dos filhos, e 23% porque desejam exercer os seus direitos enquanto pais. Apenas 9% dos homens não estariam dispostos a usufruir da licença de paternidade porque, segundo afirmam, são indispensáveis no seu posto de trabalho.
Por outro lado, este relatório revela também que, de forma generalizada, os homens estão dispostos a assumir os cuidados dos filhos, levá-los ao pediatra ou responder a outro tipo de emergências no âmbito familiar, desde que a responsabilidade seja partilhada.
Dos inquiridos, 65% afirmam que as suas empresas implementaram políticas de flexibilidade. Enquanto 89% dos homens com filhos conhecem estas medidas, 72% dos que não têm filhos não sabem quais são.


