Roberto Luna, especialista em gestão de talentos, conduz uma sessão 100% prática e participativa no II Fórum Diversity Management Toolkit
Graças ao patrocínio da Iberdrola, Ferrovial, Orange e Indra, a Fundação para a Diversidade dá mais um passo na sua caminhada rumo à divulgação dos princípios da Carta da Diversidade em Espanha
A Fundação para a Diversidade, juntamente com a Iberdrola, a Ferrovial, a Orange e a Indra, contou com a participação de Roberto Luna, professor da Universidade de Valência e especialista em gestão de talentos, para conduzir a segunda sessão do ciclo Diversity Management Toolkit. Sob o título "Talento e Diversidade", Luna apresentou a sua teoria sobre a forma como uma organização que queira ter projeção no futuro e ser competitiva deve prestar muita atenção à gestão do talento dos seus colaboradores, um valor que, na maioria das vezes, está associado à diversidade. Luna afirma que 83% das empresas na UE dizem que as políticas de Diversidade e Conciliação têm um impacto positivo no negócio porque são capazes de promover a mudança cultural, melhorar o equilíbrio da força de trabalho, aumentar a eficácia empresarial e conquistar uma vantagem competitiva no mercado.
Tal como na primeira edição, a Fundação para a Diversidade quis que a dinâmica de grupo World Café fosse escolhida para desenvolver a sessão. Trata-se de uma fórmula eficaz, capaz de motivar o talento dos participantes e de os envolver através das suas próprias ideias e experiências profissionais. Além disso, o objetivo é realizar mesas de discussão sobre casos reais, nas quais os participantes possam ver em primeira mão a solução para as suas questões pessoais. Desta forma, os participantes assistem a uma sessão 100% prática, onde podem expor as suas questões, apresentar as suas ideias e, sobretudo, adquirir novas ferramentas para a gestão da diversidade. Neste sentido, Roberto Luna explicou-nos que "as organizações que se baseiam na captação e retenção de talentos são as que mais medem a produtividade".
Nesta ocasião, a Orange foi responsável por nos receber na sua sede, onde os mais de 60 participantes puderam trocar opiniões enquanto recebiam as orientações do especialista. Luna é professor na Universidade de Valência há mais de 17 anos, onde dirige um mestrado em Gestão de Talentos e, além disso, dirige a AECOP Levante Coaching Empresa. Durante a sua intervenção, referiu que o talento procura sempre contextos com talento; por isso, se as empresas quiserem contar com este valor nas suas organizações, devem cuidar deste fator e potenciá-lo ao máximo. Atualmente, segundo Luna, as organizações estão a travar a gestão da diversidade e, consequentemente, a gestão do talento, porque têm medo da mudança. E isso é um erro, porque a diversidade está diretamente ligada à inovação e à capacidade de antecipação.
O talento é a chave
É evidente que a atual situação económica irá dar origem a uma revolução social de grande envergadura. As empresas devem participar nesse processo e estar conscientes de que a multiculturalidade, a diversidade e a globalização já fazem parte das nossas vidas. Por isso, devemos trabalhar para que o talento seja o eixo principal das organizações, independentemente das diferenças entre as pessoas, porque é precisamente aí que reside o valor dos nossos colaboradores. Para o professor Luna, a atração e retenção de talentos resultam diretamente de uma gestão correta da diversidade, e disso depende o sucesso das organizações.
Durante mais de três horas, os participantes no encontro puderam ver, através de exemplos muito práticos, como a diversidade é uma questão presente continuamente nas nossas vidas e que, por isso, devemos ter muito em conta. As organizações que não sabem gerir a heterogeneidade das suas equipas perdem capacidade competitiva e, consequentemente, benefícios tangíveis e intangíveis.
Para mais informações:
María Vaz
Departamento de Comunicação da Fundação para a Diversidade
91 275 05 00


