Hoje termina a III Conferência Europeia de Serviços à Pessoa, um encontro organizado pela Associação Espanhola de Serviços à Pessoa (AESP) e promovido pela Presidência Belga da União Europeia.
Durante dois dias intensos, reuniram-se em Madrid os mais destacados porta-vozes europeus nas áreas do bem-estar social, da economia e da sustentabilidade.
Segundo dados da AESP, os serviços domésticos e os cuidados a pessoas dependentes são os dois setores com maiores perspetivas de crescimento. Neste sentido, a III Conferência Europeia de Serviços às Pessoas apresentou os resultados positivos das políticas já implementadas nalguns países, com o objetivo de motivar os restantes países europeus a envolverem-se mais nestas questões.
Desde a criação da AESP, em 2009, esta organização tem defendido a necessidade de chegar a um consenso com o Governo para poder dar resposta aos problemas relacionados com os Serviços à Pessoa, uma vez que grande parte destes serviços é prestada no âmbito da economia subterrânea.
Para tal, a AESP defende a equiparação dos preços dos serviços prestados no âmbito da economia subterrânea aos dos serviços da economia regulada, bem como a aplicação de uma taxa de IVA muito reduzida à prestação destes serviços.
III Conferência Europeia de Serviços à Pessoa
Hoje termina a III Conferência Europeia de Serviços à Pessoa, um encontro organizado pela Associação Espanhola de Serviços à Pessoa (AESP) e promovido pela Presidência Belga da União Europeia.
Durante dois dias intensos, reuniram-se em Madrid os mais destacados porta-vozes europeus nas áreas do bem-estar social, da economia e da sustentabilidade.
Segundo dados da AESP, os serviços domésticos e os cuidados a pessoas dependentes são os dois setores com maiores perspetivas de crescimento. Neste sentido, a III Conferência Europeia de Serviços às Pessoas apresentou os resultados positivos das políticas já implementadas nalguns países, com o objetivo de motivar os restantes países europeus a envolverem-se mais nestas questões.
Desde a criação da AESP, em 2009, esta organização tem defendido a necessidade de chegar a um consenso com o Governo para poder dar resposta aos problemas relacionados com os Serviços à Pessoa, uma vez que grande parte destes serviços é prestada no âmbito da economia subterrânea.
Para tal, a AESP defende a equiparação dos preços dos serviços prestados no âmbito da economia subterrânea aos dos serviços da economia regulada, bem como a aplicação de uma taxa de IVA muito reduzida à prestação destes serviços.


