Oradores de primeiro nível debateram e apresentaram a sua visão do setor na passada terça-feira, na jornada «O DESENVOLVIMENTO DOS SERVIÇOS À PESSOA como Grande Oportunidade de Criação de Emprego, Apoio à Conciliação da Vida Familiar e Profissional e Fonte de Bem-Estar Social», realizada na sede da CEOE.
Todos concordaram que as novas tendências sociais, como a redução da natalidade e o envelhecimento da população, fazem com que o setor dos serviços à pessoa se consolide como algo necessário para toda a sociedade.
A Associação Espanhola de Serviços à Pessoa (AESP) realizou, na passada terça-feira, a jornada «O DESENVOLVIMENTO DOS SERVIÇOS À PESSOA como Grande Oportunidade de Criação de Emprego, Apoio à Conciliação da Vida Familiar e Profissional e Fonte de Bem-Estar Social», um encontro que reuniu representantes dos diferentes grupos políticos, representantes do mundo empresarial, sindicatos e especialistas, permitindo-nos refletir sobre as oportunidades que o setor dos Serviços à Pessoa representa e sobre as chaves do seu desenvolvimento.
Esta jornada foi concebida tendo em conta as novas exigências em matéria de serviços da sociedade atual, que necessitam de encontrar uma regulamentação adequada, capaz de oferecer soluções reais para a conciliação entre a vida profissional, pessoal e familiar dos trabalhadores, com a consequente criação de emprego formal, bem como de gerir a entrada de novos intervenientes na distribuição destes serviços, decorrente da chegada de novas formas de economia colaborativa ao setor.
Ficou claro, por parte de todos os participantes, que estamos perante um setor atualmente muito fragmentado, que necessita de uma regulamentação mais adaptada à realidade das necessidades tanto dos utilizadores como dos trabalhadores do setor e que o impulsione como uma das fontes mais importantes de desenvolvimento do espírito empreendedor e de novos projetos empresariais, bem como uma das maiores fontes de emprego, tanto público como privado.
A Associação considera que estamos perante um potencial de dois milhões de novos empregos e de trabalhadores por conta própria, num setor que hoje se estima abranger um milhão de pessoas na economia informal.
Com um novo quadro regulamentar que tenha em conta todas as possibilidades que este setor oferece na criação de emprego e na distribuição destes serviços, esse potencial consolidar-se-ia, com os benefícios em termos de bem-estar e qualidade de vida que proporcionaria a cada uma das partes envolvidas: utilizadores, trabalhadores e empreendedores.
Os diferentes oradores defenderam políticas equilibradas, nas quais o preço pago pelo utilizador pelos serviços à pessoa seja igual ao praticado no mercado informal.
Neste sentido, medidas como incentivos fiscais no IRS para os particulares utilizadores destes serviços, ou no imposto sobre as sociedades para as empresas que contribuem para a conciliação dos seus trabalhadores e lhes facilitam o acesso a estes serviços, bem como um IVA e contribuições laborais reduzidos, favorecem a acessibilidade a serviços de qualidade dentro do mercado formal.
Foi igualmente destacada a importância de um sistema simples, que elimine obstáculos tanto aos utilizadores no momento de contratar estes serviços como aos particulares que, graças ao surgimento de novas formas de oferta de serviços, como as plataformas tecnológicas, ou aos novos empreendedores que pretendem iniciar uma atividade regulamentada no setor, lhes permita aceder e prestar estes serviços com facilidade e sem custos elevados que os dissuadam de avançar e estabelecer a sua atividade.
Além disso, uma regulamentação adequada do setor promoveria a visibilidade e a profissionalização dos trabalhadores que o integram.
Por sua vez, todos concordaram que se trata de um setor com muitas possibilidades, mas muito feminizado e desregulamentado, e que os serviços à pessoa são complementares ao sistema público de saúde e, por conseguinte, necessários para responder às novas exigências sociais da nossa sociedade.
Consulte os oradores que participaram, bem como as suas principais declarações
Galeria de fotografias
Apresentações
Para mais informações sobre a Associação, pode descarregar o nosso folheto (PDF).
JORNADA «O DESENVOLVIMENTO DOS SERVIÇOS À PESSOA»
Oradores de primeiro nível debateram e apresentaram a sua visão do setor na passada terça-feira, na jornada «O DESENVOLVIMENTO DOS SERVIÇOS À PESSOA como Grande Oportunidade de Criação de Emprego, Apoio à Conciliação da Vida Familiar e Profissional e Fonte de Bem-Estar Social», realizada na sede da CEOE.
Todos concordaram que as novas tendências sociais, como a redução da natalidade e o envelhecimento da população, fazem com que o setor dos serviços à pessoa se consolide como algo necessário para toda a sociedade.
A Associação Espanhola de Serviços à Pessoa (AESP) realizou, na passada terça-feira, a jornada «O DESENVOLVIMENTO DOS SERVIÇOS À PESSOA como Grande Oportunidade de Criação de Emprego, Apoio à Conciliação da Vida Familiar e Profissional e Fonte de Bem-Estar Social», um encontro que reuniu representantes dos diferentes grupos políticos, representantes do mundo empresarial, sindicatos e especialistas, permitindo-nos refletir sobre as oportunidades que o setor dos Serviços à Pessoa representa e sobre as chaves do seu desenvolvimento.
Esta jornada foi concebida tendo em conta as novas exigências em matéria de serviços da sociedade atual, que necessitam de encontrar uma regulamentação adequada, capaz de oferecer soluções reais para a conciliação entre a vida profissional, pessoal e familiar dos trabalhadores, com a consequente criação de emprego formal, bem como de gerir a entrada de novos intervenientes na distribuição destes serviços, decorrente da chegada de novas formas de economia colaborativa ao setor.
Ficou claro, por parte de todos os participantes, que estamos perante um setor atualmente muito fragmentado, que necessita de uma regulamentação mais adaptada à realidade das necessidades tanto dos utilizadores como dos trabalhadores do setor e que o impulsione como uma das fontes mais importantes de desenvolvimento do espírito empreendedor e de novos projetos empresariais, bem como uma das maiores fontes de emprego, tanto público como privado.
A Associação considera que estamos perante um potencial de dois milhões de novos empregos e de trabalhadores por conta própria, num setor que hoje se estima abranger um milhão de pessoas na economia informal.
Com um novo quadro regulamentar que tenha em conta todas as possibilidades que este setor oferece na criação de emprego e na distribuição destes serviços, esse potencial consolidar-se-ia, com os benefícios em termos de bem-estar e qualidade de vida que proporcionaria a cada uma das partes envolvidas: utilizadores, trabalhadores e empreendedores.
Os diferentes oradores defenderam políticas equilibradas, nas quais o preço pago pelo utilizador pelos serviços à pessoa seja igual ao praticado no mercado informal.
Neste sentido, medidas como incentivos fiscais no IRS para os particulares utilizadores destes serviços, ou no imposto sobre as sociedades para as empresas que contribuem para a conciliação dos seus trabalhadores e lhes facilitam o acesso a estes serviços, bem como um IVA e contribuições laborais reduzidos, favorecem a acessibilidade a serviços de qualidade dentro do mercado formal.
Foi igualmente destacada a importância de um sistema simples, que elimine obstáculos tanto aos utilizadores no momento de contratar estes serviços como aos particulares que, graças ao surgimento de novas formas de oferta de serviços, como as plataformas tecnológicas, ou aos novos empreendedores que pretendem iniciar uma atividade regulamentada no setor, lhes permita aceder e prestar estes serviços com facilidade e sem custos elevados que os dissuadam de avançar e estabelecer a sua atividade.
Além disso, uma regulamentação adequada do setor promoveria a visibilidade e a profissionalização dos trabalhadores que o integram.
Por sua vez, todos concordaram que se trata de um setor com muitas possibilidades, mas muito feminizado e desregulamentado, e que os serviços à pessoa são complementares ao sistema público de saúde e, por conseguinte, necessários para responder às novas exigências sociais da nossa sociedade.
Consulte os oradores que participaram, bem como as suas principais declarações
Galeria de fotografias
Apresentações
Para mais informações sobre a Associação, pode descarregar o nosso folheto (PDF).


