A conciliação: salário emocional para os colaboradores

Mais uma vez, queremos demonstrar que a conciliação continua a ser a chave para reter o melhor talento. Já não basta oferecer um salário: os bons profissionais começam a exigir que as suas organizações disponham de medidas de conciliação que os ajudem no dia a dia. Ou seja, Qualidade de Vida e Bem-Estar para poderem ser mais felizes e trabalhar melhor. O salário emocional que os trabalhadores desejam e que ainda são poucas as organizações dispostas a oferecer. Por isso, estamos perante uma fuga de talento muito significativa, disposta a abandonar o emprego por não contar com facilidades que a ajudem a desfrutar da sua vida pessoal e familiar.

Esta manhã, na IV Jornada Yo Dona "Conciliação em tempos de mudança", o Grupo Alares defendeu a capacidade da conciliação para gerar valor e competitividade. Mar Aguilera foi responsável por nos dar a conhecer como, sem flexibilidade para conciliar, é impossível crescer e evoluir, tanto enquanto sociedade como enquanto economia.

Segundo o IESE, um trabalhador que abandona o seu posto de trabalho por não estar satisfeito com a sua organização gera uma enorme perda económica, que pode chegar a um ano e meio do seu salário. E é evidente que a falta de medidas de conciliação é uma das principais razões pelas quais um trabalhador quer abandonar o seu emprego.

Desde o Grupo Alares, apoiamos iniciativas como a da Yo Dona, que, após quatro edições, continua a ser uma verdadeira referência. Além disso, incentivamos as organizações a apostarem na conciliação, porque nela encontrarão aquilo de que precisam para crescer.

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