No passado dia 3 de fevereiro, realizou-se em Cádis a Cimeira Europeia de Ministras, que terminou com a adoção de uma declaração política, a «Declaração de Cádis», que apela aos Governos que integram a União Europeia para derrubarem os obstáculos que impedem a plena integração das mulheres nos domínios profissional e social. O objetivo não é outro senão criar, assim, «sociedades mais justas, mais iguais, mais inclusivas e mais eficientes».
Esta reunião, inaugurada pela Ministra da Igualdade de Espanha, Bibiana Aído, pela Primeira Vice-Presidente do Governo, María Teresa Fernández de la Vega, e pela Ministra das Mulheres e da Igualdade do Reino Unido e Presidente da Câmara dos Comuns, Harriet Harman, insere-se nas iniciativas que a Presidência espanhola da União Europeia lançou para promover a igualdade na agenda política da Europa.
A plena integração das mulheres em todos os domínios é necessária porque, tal como afirma Aído, «não podemos pretender uma sociedade moderna e avançada virando as costas à incontestável realidade de um enorme capital humano desaproveitado e de metade da população insuficientemente representada». Além disso, Aído quis salientar que esta cimeira deve constituir «o impulso definitivo para alcançar a participação equilibrada das mulheres nos órgãos políticos, democráticos e também, de um modo geral, nos poderes sociais». Com efeito, os dados mostram que apenas 25% dos parlamentares nacionais europeus são mulheres, e apenas 7 dos 27 Estados-Membros têm uma percentagem de parlamentares mulheres superior a 30%.
A Ministra da Igualdade quis também destacar, nesta reunião, a criação da nova Agência das Nações Unidas para as Mulheres, que considera «um instrumento ideal para estar à altura dos objetivos definidos», uma vez que demonstra «que os direitos das mulheres não conhecem fronteiras e que o seu reconhecimento, desenvolvimento e exercício têm de ser assegurados em todo o mundo».
A “Declaração de Cádis” apela à plena participação das mulheres em todos os domínios.
No passado dia 3 de fevereiro, realizou-se em Cádis a Cimeira Europeia de Ministras, que terminou com a adoção de uma declaração política, a «Declaração de Cádis», que apela aos Governos que integram a União Europeia para derrubarem os obstáculos que impedem a plena integração das mulheres nos domínios profissional e social. O objetivo não é outro senão criar, assim, «sociedades mais justas, mais iguais, mais inclusivas e mais eficientes».
Esta reunião, inaugurada pela Ministra da Igualdade de Espanha, Bibiana Aído, pela Primeira Vice-Presidente do Governo, María Teresa Fernández de la Vega, e pela Ministra das Mulheres e da Igualdade do Reino Unido e Presidente da Câmara dos Comuns, Harriet Harman, insere-se nas iniciativas que a Presidência espanhola da União Europeia lançou para promover a igualdade na agenda política da Europa.
A plena integração das mulheres em todos os domínios é necessária porque, tal como afirma Aído, «não podemos pretender uma sociedade moderna e avançada virando as costas à incontestável realidade de um enorme capital humano desaproveitado e de metade da população insuficientemente representada». Além disso, Aído quis salientar que esta cimeira deve constituir «o impulso definitivo para alcançar a participação equilibrada das mulheres nos órgãos políticos, democráticos e também, de um modo geral, nos poderes sociais». Com efeito, os dados mostram que apenas 25% dos parlamentares nacionais europeus são mulheres, e apenas 7 dos 27 Estados-Membros têm uma percentagem de parlamentares mulheres superior a 30%.
A Ministra da Igualdade quis também destacar, nesta reunião, a criação da nova Agência das Nações Unidas para as Mulheres, que considera «um instrumento ideal para estar à altura dos objetivos definidos», uma vez que demonstra «que os direitos das mulheres não conhecem fronteiras e que o seu reconhecimento, desenvolvimento e exercício têm de ser assegurados em todo o mundo».


