A Fundação Alares® promove o maior Congresso sobre qualidade de vida e competitividade

Igualdade, conciliação da vida pessoal e profissional, dependência e diversidade; e a influência estratégica destes conceitos na competitividade empresarial serão debatidos, dentro de alguns meses, pela primeira vez em Espanha, no Congresso que a Fundação Alares® está a preparar para os próximos dias 20 e 21 de fevereiro, no Recinto Feiral IFEMA, em Madrid. Será o primeiro dos fóruns anuais de encontro internacional promovidos por esta Fundação, para o intercâmbio de experiências sobre os assuntos da atualidade mais sensíveis nas sociedades desenvolvidas. O Congresso destina-se tanto aos principais executivos das empresas como aos responsáveis de instituições públicas e aos profissionais que possam ter alguma relação com os temas desenvolvidos. Com efeito, está concebido como uma forma de transmitir conhecimentos teóricos e experiências práticas e, simultaneamente, de entrar em contacto com profissionais de outros países com interesses comuns. O Congresso tem capacidade para 1 200 participantes. Além de Espanha, participarão os Estados Unidos, o Canadá, a França, o Reino Unido, a Dinamarca, a Alemanha, a República Checa e a Irlanda, entre outros. A temática do Congresso abrange os aspetos mais importantes que constituem os novos conceitos da vida coletiva e que estão a transformar a sociedade nos primórdios deste novo século XXI, fazendo especial referência ao seu impacto na produtividade e na competitividade das empresas. Com a presença de mais de 20 países e a participação dos melhores oradores e conferencistas, tanto nacionais como internacionais, serão abordadas as últimas tendências teóricas, as experiências práticas e os resultados obtidos em diferentes países nos temas objeto do congresso. É um ponto de encontro e de referência para a sociedade empresarial, civil e institucional. O formato em que serão abordados os conteúdos deste I Congresso Internacional «Qualidade de Vida e Competitividade Empresarial» conjugará mais de 40 apresentações eminentemente práticas, programadas nas diferentes áreas abrangidas, sendo constituído por: Sessões plenárias. Conferências paralelas. Experiências de empresas, países e instituições. Mesas de trabalho. Perfil dos Participantes:
  • As principais empresas sediadas em Espanha, representadas pelos seus acionistas, executivos, dirigentes e profissionais, bem como outras não sediadas em Espanha, mas com interesses na temática do congresso.
  • Instituições públicas e privadas de âmbito local, regional, nacional e internacional.
  • Embaixadas estrangeiras no nosso país.
  • Universidades e escolas de negócios espanholas e de outros países.
  • Associações, organizações empresariais, sindicais e fundações, tanto espanholas como de outros países.
  • Pessoas, profissionais independentes e investigadores envolvidos ou sensibilizados com o tema do Congresso.
  • Meios de comunicação social.
Perfil dos Stands:
  • As principais empresas prestadoras de serviços às pessoas e ao setor privado em geral
  • Fornecedores de produtos e serviços para as administrações públicas e empresas privadas
  • Instituições públicas de âmbito local, regional, nacional ou internacional
  • Instituições financeiras e companhias de seguros
  • Consultoras
  • Empresas editoras
  • Empresas imobiliárias com interesses nos temas do congresso
  • ONG e fundações
  • Centros de investigação, universidades e escolas de negócios
  • Etc.
Temas de investigação e debateOs oradores, especialistas espanhóis e de diferentes partes do mundo, apresentar-nos-ão as suas investigações, políticas, experiências práticas e resultados obtidos, de modo que os participantes, igualmente provenientes de diferentes países, terminem com uma visão global, clara e atual dos temas abordados. O novo posicionamento estratégico:Especialistas em posicionamento estratégico, gurus internacionais, explicar-nos-ão como influenciam os principais conceitos objeto de estudo e debate neste congresso — igualdade, conciliação entre trabalho e família, dependência e diversidade — a competitividade social e económica das empresas e dos países. As sociedades avançadas estão cada vez mais sensibilizadas para as questões sociais e de qualidade de vida. Apenas as organizações capazes de responder a estas novas exigências terão possibilidades de se desenvolver e alcançar a liderança neste novo contexto social. Conciliação e competitividade: políticas, experiências e resultados Não se trata de uma moda passageira. As políticas de conciliação representam uma oportunidade para avançar no bem-estar dos trabalhadores e melhorar a competitividade das empresas. O seu sucesso exige o envolvimento e a responsabilidade de todas as partes envolvidas na relação laboral. Este congresso pretende ser o espaço onde os membros da alta direção das organizações, os trabalhadores, os parceiros sociais e a Administração Pública analisem e exponham as suas reflexões e experiências, com o objetivo de dar um maior impulso às medidas de conciliação entre trabalho e vida pessoal e, assim, melhorar a competitividade das empresas e do país. Diversidade, fonte de inovação e conhecimento A diversidade sempre esteve presente na sociedade. No entanto, algumas empresas não estão totalmente conscientes dos benefícios de terem grupos de profissionais heterogéneos. Naturalmente, não termina tudo no momento do recrutamento: para assegurar o sucesso, é necessário gerir a diversidade de forma eficaz. As organizações líderes que gerem adequadamente a diversidade são mais inovadoras, sustentáveis e rentáveis, uma vez que permitem e promovem o desenvolvimento das potencialidades dos seus profissionais. Neste congresso, a diversidade será analisada como uma vantagem competitiva para as empresas, através das experiências neste domínio, bem como dos desafios futuros colocados a nível social. Igualdade de oportunidades, dever social e fonte de vantagens A igualdade de oportunidades constitui um direito básico de todas as pessoas, qualquer que seja a sua condição, raça, sexo, situação e o contexto em que desenvolvam a sua atividade. Além disso, promove o dinamismo das sociedades, porque otimiza os recursos, criando mais valor e riqueza tanto para a empresa como para a sociedade. Neste congresso, a igualdade de oportunidades será analisada tanto do ponto de vista legislativo como da realidade socioempresarial. Tecnologias e qualidade de vida A sociedade evolui continuamente. As necessidades dos indivíduos transformam-se ao mesmo tempo e as tecnologias constituem um elemento essencial para satisfazer estas novas exigências. A utilização das tecnologias favorece o desenvolvimento da pessoa, facilita a sua integração no contexto em que se desenvolve e oferece novas oportunidades, tanto pessoais como profissionais, que de outra forma seriam inimagináveis. No entanto, são muitas as barreiras que limitam a acessibilidade e impedem uma utilização generalizada destas ferramentas. Responsabilidade social corporativa A empresa é uma das organizações mais ativas da estrutura social. Enquanto beneficiária de um conjunto inumerável de serviços que a sociedade lhe presta, não pode permanecer alheia às necessidades do seu contexto e deve participar ativamente na melhoria do bem-estar social. Com base em experiências práticas, os especialistas refletirão neste congresso sobre os serviços que a empresa recebe da sociedade e que favorecem a sua competitividade, bem como sobre os contributos que, por sua vez, deve realizar, de modo a estabelecer uma relação vantajosa para ambas as partes, «win-win». Além disso, perante a crescente sensibilidade dos consumidores para estes temas, muitas empresas veem uma oportunidade estratégica para se diferenciarem e se distanciarem dos seus concorrentes. Retenção de talento O talento, entendido em sentido amplo como criatividade, compromisso e qualificação dos profissionais, é um dos maiores ativos de que dispõem as organizações e um recurso escasso. Na realidade, são os recursos humanos que distinguem uma empresa de outra. A escassez de talento tenderá a agravar-se nos próximos anos. Tudo isto coloca um desafio tanto ao setor público como ao privado: em ambos, as organizações terão de ser capazes de gerir com inteligência e criatividade todo o ciclo de vida do trabalhador, se quiserem atrair e reter os melhores. Precisamente, uma das ferramentas de que dispõem estas organizações consiste em oferecer políticas mais conciliadoras entre a vida pessoal e a vida profissional dos seus trabalhadores. Por seu lado, os profissionais assumem implicitamente a responsabilidade de cumprir as suas obrigações com eficácia e empenho. A retenção de talento já é uma das principais preocupações dos principais executivos das empresas e um dos primeiros desafios dos diretores de Recursos Humanos. Dependência, conciliação e novos modelos familiares A dependência constitui uma realidade cada vez mais evidente no nosso contexto. A entrada das mulheres no mercado de trabalho, o aumento da esperança de vida, o envelhecimento da população, etc., fazem com que a dependência assuma uma grande importância na nossa sociedade. A preocupação do trabalhador com as pessoas a seu cargo que necessitam de cuidados especiais provoca stresse, perda de atenção no desempenho do trabalho e, consequentemente, uma diminuição da produtividade. No Congresso será também abordado o tema da deficiência e da sua integração no contexto empresarial e social. Tanto as empresas como as restantes organizações que constituem a nossa realidade social têm de estar conscientes de que o tratamento adequado destes temas, em todas as suas vertentes, é também da sua responsabilidade e constitui um dos pilares fundamentais do bem-estar social e da competitividade. No congresso serão analisadas diferentes políticas governamentais implementadas em distintas regiões e países, bem como a avaliação dos seus resultados. Tendências Neste módulo serão apresentadas as principais perspetivas em matéria de conciliação, igualdade, diversidade, dependência e competitividade empresarial. Os especialistas apresentarão as suas experiências, reflexões e perspetivas futuras sobre estas variáveis. Políticas governamentais locais, nacionais e internacionais As políticas dos governos, desde o nível local ao internacional, desempenham uma função impulsionadora na promoção do bem-estar das pessoas que representam. Estão conscientes de que foram eleitos para gerir eficientemente os recursos da sociedade. O objetivo das suas ações é determinado pela satisfação das necessidades dos indivíduos e dos restantes grupos que compõem a estrutura social. Nesta secção, os organismos públicos locais, regionais, nacionais e internacionais apresentarão as iniciativas e as políticas que estão a desenvolver em cada uma das áreas temáticas do congresso. Estes temas seriam sempre analisados tendo em conta o seu impacto, tanto na evolução da sociedade como na competitividade empresarial.