As vantagens da Internet são indiscutíveis, mas as possibilidades que as redes sociais oferecem, em particular a quem procura emprego ou a quem decidiu iniciar o seu próprio negócio, são infinitas. Neste sentido, Juan Carrión, sócio-gerente da Innopersonas, explica que «as redes sociais são uma montra de pessoas que entram em contacto à procura de oportunidades, e a sua presença nelas representa um investimento de tempo».
No universo das redes sociais, o perfil de quem nelas circula é variado. Há pessoas que apenas pretendem passar o tempo, «funemployed», mas também há quem comece a gerir o seu futuro através delas: o empreendedor em rede. É um facto que o mercado de trabalho atual está a mudar e, tal como afirma Esteban Magro, sócio-gerente da McCormick y Asociados, «passámos da sociedade dos empregos para a dos trabalhos. Ou cada pessoa gere a sua vida profissional, ou ninguém se ocupa dela».
No entanto, é mais difícil a presença nas redes sociais daqueles que trabalham em setores tradicionais, onde os diretores e os chefes não estão habituados a que as suas equipas mantenham este tipo de atividade.
Os trabalhadores de setores como a comunicação, o marketing ou as TIC podem criar uma marca própria junto dos empregadores; no entanto, podem cair num marketing pessoal excessivo. Segundo explica Esteban Magro, as ações de marca pessoal têm limites e riscos, porque «é preciso saber em que mercados e setores é atualmente prudente criar uma marca, já que, em determinados casos, isso pode resultar quase num suicídio profissional».
As redes sociais, uma oportunidade para empreender
As vantagens da Internet são indiscutíveis, mas as possibilidades que as redes sociais oferecem, em particular a quem procura emprego ou a quem decidiu iniciar o seu próprio negócio, são infinitas. Neste sentido, Juan Carrión, sócio-gerente da Innopersonas, explica que «as redes sociais são uma montra de pessoas que entram em contacto à procura de oportunidades, e a sua presença nelas representa um investimento de tempo».
No universo das redes sociais, o perfil de quem nelas circula é variado. Há pessoas que apenas pretendem passar o tempo, «funemployed», mas também há quem comece a gerir o seu futuro através delas: o empreendedor em rede. É um facto que o mercado de trabalho atual está a mudar e, tal como afirma Esteban Magro, sócio-gerente da McCormick y Asociados, «passámos da sociedade dos empregos para a dos trabalhos. Ou cada pessoa gere a sua vida profissional, ou ninguém se ocupa dela».
No entanto, é mais difícil a presença nas redes sociais daqueles que trabalham em setores tradicionais, onde os diretores e os chefes não estão habituados a que as suas equipas mantenham este tipo de atividade.
Os trabalhadores de setores como a comunicação, o marketing ou as TIC podem criar uma marca própria junto dos empregadores; no entanto, podem cair num marketing pessoal excessivo. Segundo explica Esteban Magro, as ações de marca pessoal têm limites e riscos, porque «é preciso saber em que mercados e setores é atualmente prudente criar uma marca, já que, em determinados casos, isso pode resultar quase num suicídio profissional».


