O CERMI apresentou ontem os resultados preliminares de um estudo que revela que, dos 163 650 jovens com deficiência entre os 15 e os 30 anos que vivem em Espanha, apenas 29% trabalham.
Este relatório, intitulado «Os jovens com deficiência em Espanha», mostra que as taxas de desemprego entre os jovens com deficiência são quase o dobro das registadas entre os jovens sem deficiência, uma vez que, entre estes últimos, 56,8% têm emprego.
Além disso, segundo o CERMI, os empregos a que estes jovens com deficiência têm acesso costumam exigir poucas qualificações e ser mal remunerados, em parte porque, como este estudo também demonstra, é reduzida a percentagem de jovens com deficiência que possuem formação profissional de grau superior ou formação universitária (6%, contra 16,2%). Por outro lado, o estudo demonstra igualmente que, de um modo geral, as mulheres têm níveis de escolaridade inferiores aos dos homens.
Outros dados importantes deste relatório refletem a discriminação de que estes jovens são vítimas nos seus contextos educativos. Assim, por exemplo, 40% da população jovem com deficiência afirma ter-se sentido discriminada nos últimos 12 meses no seu contexto de formação.
Apenas 29% dos jovens com deficiência têm emprego
O CERMI apresentou ontem os resultados preliminares de um estudo que revela que, dos 163 650 jovens com deficiência entre os 15 e os 30 anos que vivem em Espanha, apenas 29% trabalham.
Este relatório, intitulado «Os jovens com deficiência em Espanha», mostra que as taxas de desemprego entre os jovens com deficiência são quase o dobro das registadas entre os jovens sem deficiência, uma vez que, entre estes últimos, 56,8% têm emprego.
Além disso, segundo o CERMI, os empregos a que estes jovens com deficiência têm acesso costumam exigir poucas qualificações e ser mal remunerados, em parte porque, como este estudo também demonstra, é reduzida a percentagem de jovens com deficiência que possuem formação profissional de grau superior ou formação universitária (6%, contra 16,2%). Por outro lado, o estudo demonstra igualmente que, de um modo geral, as mulheres têm níveis de escolaridade inferiores aos dos homens.
Outros dados importantes deste relatório refletem a discriminação de que estes jovens são vítimas nos seus contextos educativos. Assim, por exemplo, 40% da população jovem com deficiência afirma ter-se sentido discriminada nos últimos 12 meses no seu contexto de formação.


